Após passar dois dias internado no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, o homem que ateou fogo no próprio corpo em protesto contra o Supremo Tribunal Federal (STF), morreu nesta quinta-feira (2). Ele realizou o atentado contra a própria vida no canteiro central da Esplanada dos Ministérios, na última terça-feira (31), e gritava pela “morte ao Xandão” - em referência ao ministro Alexandre de Moraes - enquanto se queimava.
De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, policiais foram acionados para averiguar o caso às 16h30 de terça. Ainda segundo a PM, pessoas que estavam no local conseguiram apagar as chamas e acionaram o SAMU.O homem, que foi logo encaminhado ao Hran, era natural de Botucatu, no interior de São Paulo, e tinha 58 anos.
Foram encontrados junto ao homem papéis com imagens de Johann Georg Elser, conhecido por ter tentado matar o ditador nazista Adolf Hitler; de Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul, e de Claus von Stauffenberg, conhecido por uma operação que também tentou assassinar Hitler. As fotos eram acompanhadas pela frase 'Perdeu, mané', expressão que o ministro do STF, Luís Roberto Barroso, usou ao ser abordado em Nova York por um manifestante bolsonarista.
Brasil Apreensões de canetas emagrecedoras contrabandeadas mais que dobram em 2026, diz PF
Brasil Cenipa aponta falhas da Voepass e cultura de omissão como causas de acidente com 62 mortos
Brasil Caminhoneiros iniciam greve nacional nesta segunda-feira (13)
Brasil Estudo aponta que 63 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais abandonaram escola antes de concluir ensino básico
Brasil Brasil rebate investigação dos EUA e defende PIX em resposta oficial
Brasil Lula lança nova fase do Desenrola para quem paga as contas em dia; veja como vai funcionar