Uma semana após a suspensão cautelar das atividades da Avianca Brasil, imposta pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), autoridades dizem não perceber qualquer reação da companhia em tentar reverter a situação.
Segundo a Coluna do Broadcast do Estadão, a empresa deveria entregar documentos que comprovem capacidade para voltar a operar. No entanto, as regras da Anac preveem que a companhia perde o direito dos horários de pouso e decolagem, os slots, caso não opere com regularidade. Em Congonhas, é necessário cumprir 90% dos voos, o que significa que as autorizações serão perdidas caso não haja operação por quatro semanas. Hoje (31) a empresa completa os sete primeiros dias sem operar no terminal.
Já em Guarulhos, onde a Avianca deixou de voar em 28 de abril, as autorizações poderão ser perdidas caso as operações não sejam retomadas em cerca de dez dias. Nesse caso, os horários voltam para o chamado “banco de slots” e poderão ser redistribuídos.
Procurada, a Avianca diz que a empresa segue "totalmente focada em dar continuidade ao plano de recuperação judicial".
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