Investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) apontam que Adriano da Nóbrega, chefe da milícia Escritório do Crime que foi morto por policiais em fevereiro, na Bahia, transferiu R$ 400 mil para as contas bancárias do policial militar aposentado e ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, que foi preso ontem (18).
Contas correspondentes a restaurantes administrados por Capitão Adriano, como era conhecido, ou por seus familiares, depositaram ao menos R$ 69,5 mil para Queiroz. De acordo com o UOL, as informações sobre as transações financeiras constam nos documentos judiciais que embasaram o decreto de prisão preventiva do ex-assessor.
Queiroz e Adriano também compartilhavam o mesmo advogado: Paulo Emílio Catta Preta, que chefiava a defesa do miliciano e ainda trabalha para o PM aposentado.
Brasil Aneel mantém bandeira verde na conta de luz para o mês de novembro
Brasil Inep divulga locais de prova para Enem 2026; veja como consultar
Brasil Dono da Voepass e mais 11 viram réus por queda de avião que matou 62 pessoas em 2024
Brasil Justiça libera R$ 3,5 bilhões em atrasados; R$ 2,9 bilhões são para beneficiários do INSS
Brasil Exame de sangue para detectar Alzheimer chega ao Brasil
Brasil Grupo Globo demite diretor-geral após vazamento de conversas com Vorcaro