As universidades públicas de todo o país, que paralisaram as aulas por causa da pandemia mundial do novo coronavírus, tentam buscar estratégias para esvaziar as moradias estudantis.
Mesmo sem aula, quase todas as residências continuam grupos de estudantes morando. As moradias são imóveis com espaços de uso coletivo e que possui grande circulação de pessoas.
Algumas instituições pagaram passagem de ônibus ou avião para que os alunos voltassem às cidades onde mora as suas famílias, outras aumentaram o valor do auxílio mensal pago para que possam ajudar com despesas domiciliares.
Contudo, ainda há casos de estudantes que não têm para onde ir, ou não conseguem retornar para casa por causa das restrições de circulação no país.
Não há uma estimativa de quantos alunos residem em universidades do país. Um levantamento feiro em 2015 pela Fonaprace, entidade que reúne pró-reitores de assuntos estudantis na rede federal de ensino, dizia que somente nesse âmbito – sem contar as instituições estaduais – havia pouco mais de 16 mil vagas em moradias estudantis.
As universidades têm estudado ações para diminuir os riscos de contágio entre os estudantes que permanecem nas moradias, como reserva de unidade para isolamento de casos suspeitos ou confirmados de Covid-19.
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