A Polícia Civil já ouviu cerca de 30 testemunhas no inquérito que apura a morte de William Augusto da Silva, que ocorreu ontem (20), após ele sequestrar um ônibus e manter 37 pessoas reféns por quase quatro horas na Ponte Rio-Niterói. O inquérito também vai apurar se ele teve ajuda para organizar o sequestro. William não tinha antecedentes criminais e, de acordo com a polícia, estava passando por um surto psicótico quando cometeu o crime.
“A Delegacia de Homicídios da Capital realizou perícia no local e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exame de necrópsia. A arma que ele usava – aparentemente de brinquedo - também será periciada, assim como um taser e outros objetos encontrados com William”, informou a Polícia Civil.
A Secretaria estadual de Vitimização e Amparo à Pessoa com Deficiência foi ao IML para cobrir os custos do enterro, como foi anunciado pelo governo, mas a família negou o auxílio, afirmando que a avó de William tinha um plano funerário e optando por utilizá-lo. O corpo de William foi liberado ao meio dia de hoje (21), e a família não divulgou o local do velório e do enterro.
Brasil Aneel mantém bandeira verde na conta de luz para o mês de novembro
Brasil Inep divulga locais de prova para Enem 2026; veja como consultar
Brasil Dono da Voepass e mais 11 viram réus por queda de avião que matou 62 pessoas em 2024
Brasil Justiça libera R$ 3,5 bilhões em atrasados; R$ 2,9 bilhões são para beneficiários do INSS
Brasil Exame de sangue para detectar Alzheimer chega ao Brasil
Brasil Grupo Globo demite diretor-geral após vazamento de conversas com Vorcaro