O governo Jair Bolsonaro publicou ontem (14) uma portaria que reduz pela metade o valor total que a União bancará em subsídios das faixas 1,5 e 2 do programa do Minha Casa Minha Vida, de acordo com o Estadão.
Os empréstimos são destinados à compra da casa própria para quem tem renda entre R$ 1,8 mil e R$ 4 mil.
A norma estabelece em R$ 450 milhões o limite que o Tesouro vai cobrir para as faixas de financiamento destinadas a este público neste ano.
O Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), responsável pelo programa, informou que R$ 428,2 milhões já foram repassados aos beneficiados pelo programa.
Após a publicação da portaria, os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) devem bancar os próximos financiamentos do Minha Casa.
Antes, o FGTS entraria com 90% do subsídio e a União, com os outros 10%. Já com a portaria, ao atingir o limite de R$ 450 milhões, o FGTS assuma a totalidade do subsídio do MCMV.
O total de recursos do fundo dos trabalhadores ao programa de habitação popular neste ano é de R$ 63,4 bilhões.
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