A diretoria da Petrobras estabeleceu uma nova política de preço para o gás de cozinha. A partir de agora, os consumidores residenciais vão poder pagar valores alinhados aos do mercado externo. O mesmo já acontece com o gás destinado à indústria e ao comércio.
De acordo com reportagem do Estadão, também houve alteração no prazo de reajuste do gás residencial, que passou a ser indefinido.
Atualmente, a tonelada do GLP de uso industrial custa nas refinarias da estatal R$ 1.950,80 e o de uso residencial, R$ 1.850,80.
A nova política de preço representa uma redução média de 13,4% no preço do GLP industrial e de 8,2% no preço dos envasados até 13 kg.
Para Sérgio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás, que representa as distribuidoras de GLP, ainda há espaço para a Petrobrás reduzir ainda mais o preço do botijão de gás.
"A notícia é boa, porque o preço baixou e as diferenças (entre os segmentos de consumo) diminuíram. A gente ainda vê possibilidade de o preço cair mais. A gente espera que a diferença acabe. Não faz sentido que o comércio e a indústria subsidiem o botijão de 13 kg. Quem tem que subsidiar é o governo. A iniciativa privada não pode ficar com esse ônus", declarou Mello.
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