O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) só vai depor novamente à Polícia Federal depois que a sua defesa ler as cerca de três mil páginas do inquérito que envolvem assessores dele na fraude das vacinas. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.
O ex-presidente foi intimado para falar no mesmo dia da busca e apreensão em sua casa, em Brasília. Mas não compareceu, já que seus advogados não tinham tido acesso aos dados do inquérito.
No dia, o advogado Paulo da Cunha Bueno comparou a intimação a uma condução coercitiva e afirmou que Bolsonaro estava sendo "coagido a ficar em silêncio", já que não poderia depor naquelas circunstâncias, em que a defesa desconhecia as informações sobre a investigação.
Política Alba aprova abono do Fundef para mais de 85 mil servidores da Educação na Bahia
Política PF rejeita proposta de delação de Daniel Vorcaro no caso Banco Master
Política Após repercussão, deputada baiana Roberta Roma retira apoio à proposta que adia fim da escala 6x1
Política Flávio Bolsonaro admite que visitou Vorcaro em casa após prisão do banqueiro
Política Equipe de pré-campanha de Flávio Bolsonaro prepara ofensiva contra PT da Bahia
Política Motta diz que parecer sobre PL da Misoginia será apresentado em junho