Durante o evento de lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) disse que não se pode “tratar da segurança pública sem citar o combate ao feminicídio” e afimrou que o Grupo de Trabalho (GT) que discute o PL da Misoginia vai apresentar um parecer da pauta até o “início de junho”.
Segundo Motta, a segurança pública é uma das “preocupações mais concretas da vida nacional”, e é necessário citar o combate ao feminicídio.
“A segurança não pertence ao governo, nem à oposição, pertence à cidadania brasileira e ao direito do nosso povo de ter uma vida plena. Não podemos tratar da segurança pública sem citar o combate ao feminicídio como um foco inescapável”, afirmou o presidente da Casa nesta terça-feira (15) no Planalto.
Entenda o PL da Misoginia
Já aprovada pelo Senado Federal, a proposta equipara a misoginia ao crime de racismo, que é inafiançável e imprescritível. Ou seja, não admite fiança, impedindo que o preso pague para responder ao processo em liberdade; e não perde a validade, podendo o acusado ser punido a qualquer momento. O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e discriminação baseada na crença de supremacia masculina.
Os GTs, ao contrário das comissões permanentes, são temporários e funcionam de maneira mais flexível. Eles são formados por deputados indicados pelos partidos políticos com o objetivo de analisar um assunto específico e apresentar uma proposta de encaminhamento.
Política Lula acusa Flávio Bolsonaro de pedir intervenção dos EUA no Pix
Política EUA propõem tarifa extra de 12,5% ao Brasil e outros 59 países após investigação sobre trabalho forçado
Política Lula acusa Flávio Bolsonaro de “trair a pátria” após reunião com Trump nos EUA
Política Alba aprova abono do Fundef para mais de 85 mil servidores da Educação na Bahia
Política PF rejeita proposta de delação de Daniel Vorcaro no caso Banco Master
Política Após repercussão, deputada baiana Roberta Roma retira apoio à proposta que adia fim da escala 6x1