O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi intimado, nesta quarta-feira (3), pela Polícia Federal após suspeita de fraudar o sistema de vacinação do Ministério da Saúde e adulterar os cartões de vacina da sua família. Ele disse, no entanto, que não irá comparecer à oitiva.
A PF marcou o depoimento para a tarde desta quarta. Pela manhã, houve cumprimento de mandados da PF em sua casa. O ex-presidente foi intimado durante a busca e apreensão cumprida em seu endereço. Na ação, foram presos seus ex-assessores Mauro Cid e Max Guilherme.
De acordo com a GloboNews, o grupo teria forjado os certificados de vacinação do próprio Jair Bolsonaro e de sua filha, Laura Bolsonaro (12 anos); de Mauro Cid Barbosa, sua esposa e a filha dele; e do deputado federal Guttemberg Reis de Oliveira.
Segundo informações fornecidas pela Polícia Federal à reportagem, essas pessoas foram capazes de obter seus certificados de vacinação e usá-los para contornar as restrições sanitárias impostas pelas autoridades públicas do Brasil e dos Estados Unidos, que visavam prevenir a propagação da doença contagiosa causada pela pandemia de Covid.
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