Membros das cúpulas do MDB, PSD e União Brasil têm dito que, atualmente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é apoiado somente por dois terços dos votos das bancadas dos partidos na Câmara dos Deputados. A informação foi divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo.
Até o momento, nenhuma votação de elevado interessado ocorreu no Palácio do Planalto na Casa, no entanto, líderes partidários declaram que o governo Lula possui aproximadamente 30 votos no MDB, 30 no PSD e 30 a 35 votos por parte do União Brasil.
Quando as votações relacionadas à reforma tributária e ao novo marco fiscal forem iniciadas, assim como outras na esfera econômica, o somatório dos votos das três siglas deverá ser próximo da totalidade de cada uma das bancadas.
Por conta disso, o Palácio do Planalto deve focar em estratégias de consolidação de base, para que tenha condições de conter possíveis alterações em projetos do governo federal e tenha capacidade de evitar derrotas políticas, como por exemplo a abertura de CPIs.
Para ampliar a base, a expectativa é que o governo Lula foque na liberação de emendas, começando pelos recursos direcionados para quitar emendas durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Vamos liberar R$ 3 bilhões em recursos de emendas parlamentares para ajudar na reconstrução de cerca de 3 mil municípios brasileiros. Esses recursos vão ajudar na retomada de obras e na implantação de diversos projetos por todo o país", afirmou o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha.
Política Senado vota PEC da Segurança nesta semana; proposta envolve redução da maioridade penal
Política Após derrota, Flávio Bolsonaro fala em disputar Presidência novamente antes de 2030
Política Funcionário da Casa Branca organizou jato usado por Flávio Bolsonaro em fuga, diz NYT
Eleições 2026 Flávio Bolsonaro deixa o Brasil com esposa e filhas e deve pedir asilo político nos EUA
Política Após as 17h, foram computados 35 mil votos que pouco alteraram a diferença entre Lula e Flávio
Política Líderes mundiais parabenizam Lula e defendem parcerias com o Brasil