O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes decidiu, na noite do último domingo (18), que os recursos necessários para a manutenção do Auxílio Brasil (que voltará a se chamar Bolsa Família) em 2023 podem ficar de fora do limite do teto de gastos. A decisão é de caráter liminar e ainda será analisada pelo plenário do STF.
Mendes autorizou que a manutenção ocorra com a abertura do crédito extraordinário por meio de Medida Provisória. Na prática, a liminar possibilita que o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), siga com o pagamento do programa social em R$ 600 mesmo se o Congresso não aprovar a PEC para furar o teto de gastos.
No despacho, o ministro afirmou que "a instituição de normas de boa governança fiscal, orçamentária e financeira não pode ser concebida como um fim em si mesmo" e que "os recursos financeiros existem para fazer frente às inúmeras despesas que decorrem dos direitos fundamentais preconizados pela Constituição". Gilmar atendeu parcialmente a um pedido apresentado pela Rede Sustentabilidade, que argumentou que o Auxílio Brasil representa o "mínimo existencial" que é garantido aos brasileiros pela Constituição Federal.
Política Em plenária, deputado Robinson reafirma compromisso com Feira e destaca investimentos no Portal do Sertão em parceria com Zé Neto, Lula e Jerônimo
Política Defesa diz ao STF que Bolsonaro não autorizou uso de IA em vídeo exibido na convenção do PL
Política Em proposta polêmica, Zema defende construção de super presídio em lugar remoto na Amazônia
Política Jerônimo rebate críticas de Zé Ronaldo é lista obras realizadas em Feira de Santana
Política Entenda por que Flávio Bolsonaro pediu desculpas a Michelle
Política Bolsonaro apresentou soluços por 36 horas seguidas, diz relatório médico ao STF