Com informalidade, ausência de regras ou contraponto por parte dos apresentadores, os podcasts viraram o alvo de Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na reta final da campanha.
A audiência segmentada e o potencial de engajamento nas redes sociais fizeram as equipes dos presidenciáveis correrem atrás de canais segmentados a jovens, evangélicos e torcedores de clubes de futebol.
Na última terça (18), Lula apostou num dos maiores canais de entrevistas, o Flow, que tradicionalmente conversa mais com políticos de direita. Nele, teve a chance de falar com um público diferente do tradicional que o apoia.
Antes disso, Bolsonaro foi ao programa que tem quase 5 milhões de inscritos no YouTube. Mas não só nele. O presidente fez uma peregrinação a podcasts. Desde agosto, acumula 21 horas de conversas, de iniciativas que reuniram evangélicos simpáticos ao presidente donos de canais sobre futebol, também seus eleitores
Os programas mobilizam apoiadores e atingem eleitores fora da bolha dos candidatos, grupos que já os apoiam.
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