A menina Beatriz Angélica Mota foi assassinada aos seis anos em uma escola em Petrolina, Pernambuco, no dia 10 de dezembro de 2015. As investigações do caso, porém, só foram concluídas na última segunda-feira (4), quando o relatório conclusivo foi enviado pela internet, ao Ministério Público de Pernambuco.
Na última quarta-feira (6), por meio de nota, a Polícia Civil informou que a Força-Tarefa responsável pelo inquérito encerrou as investigações, que apontam Marcelo da Silva, de 40 anos, como o único suspeito de desferir dez facadas contra a criança. Ele está preso e foi indiciado por homicídio qualificado.
No último mês de janeiro, a Polícia Científica informou que Marcelo da Silva confessou o assassinato. O suspeito foi identificado a partir de exames de DNA na faca usada no crime. O material genético foi comparado com o de outras 124 pessoas consideradas suspeitas.
Beatriz foi morta durante a festa de formatura da irmã, no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora. Ela foi beber água e desapareceu. O corpo da menina foi encontrado em um depósito de material esportivo da escola, junto com uma faca do tipo peixeira cravada na região do abdômen.
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