A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou o requerimento do deputado Alexandre Frota (PSDB) para que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, seja convocado pela Casa. Líder da pasta terá que comparecer diante do colegiado para prestar esclarecimentos sobre a morte de Genivaldo Santos, assassinado durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Sergipe.
A data de 15 de junho para um convite foi vista por Frota como uma data distante para a urgência dos esclarecimentos. “Se o ministro vai atender de pronto, ele que venha de pronto à nossa convocação. (…) O que aconteceu foi uma ação caótica, (…) deixa claro o despreparo, o erro brutal intencional. A convocação se faz necessária sim para que as questões sejam debatidas nessa comissão”, afirmou.
O líder do governo na comissão, José Medeiros (PL), afirmou, por sua vez, que é falaciosa a retórica adotada nos requerimentos associando a PRF a abusos e condutas violentas.
“A PRF é uma instituição perene, reconhecida internacionalmente por ser uma polícia cidadã. Em 90 anos, tivemos esse infortúnio de acontecer esse fato isolado sim. A pessoa precisa ser ou simpatizante ou membro de uma facção para colocar a PRF em uma vala comum de quem comete crimes”, declarou.
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