Após o vazamento de prints de mensagens de cunho racista entre alunos do colégio Sartre - Escola SEB, localizado no bairro do Itaigara, em Salvador, a Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE-BA) solicitou que a rede de ensino informe acerca das providências adotadas. O documento encaminhado à direção é assinado pela coordenação de Direitos Humanos e pela coordenação da Criança e do Adolescente do órgão.
A Defensoria enviou o documento ao Sartre nesta quinta-feira (11) informando que é responsabilidade do colégio a estruturação de um plano pedagógico para prevenir e coibir atos discriminatórios. O ofício também solicita informações sobre o posicionamento do colégio acerca de práticas racistas. Além disso, indica que a omissão da escola pode acarretar medidas administrativas ou judiciais, “inclusive de responsabilização pessoal, quando tinham o dever de agir”.
O caso de racismo envolvendo estudantes do colégio Sartre está sendo apurado pelo Ministério Público e acompanhado pela Comissão de Educação da Câmara Municipal de Salvador, que criticou a postura da unidade de ensino. Em nota, o Sartre afirmou que os alunos supostamente envolvidos foram afastados e que abriu uma comissão para investigar a situação.
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