A Anvisa afirmou, em nota, que estes "são os primeiros casos identificados de 'Candidas auris' no Hospital da Bahia e no país". Apesar de ter uma taxa de mortalidade de até 60% em outro países, todos os contaminados sobreviveram.
O superfungo pode causar infecção na corrente sanguínea, ocasionar feridas e é muito alarmante para pacientes com comorbidades, pois correm mais risco de morte. Ele pode ficar presente em ambientes durante meses e resiste até aos desinfetantes mais fortes.
De acordo com um comunicado da Sesab, três grupos estão atuando na análise da doença, na avaliação de possíveis tratamentos e no controle de infecção pelo fungo. Os pacientes foram isolados e a desinfecção do hospital, seguindo orientações da Anvisa, foi realizada. "No momento, estamos em acompanhamento e monitoramento, para garantir o cumprimento das recomendações de desinfecção realizadas pelo hospital para evitar a ocorrência de novos casos", afirmou a secretaria.

