O caso que levou o então prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, à prisão sai do 1º Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio para a primeira instância. Fora do cargo, o acusado deixa de ter foro privilegiado na segunda instância. Na próxima quarta-feira (6), os autos passam para a 1ª Vara Criminal Especializada de Combate ao Crime Organizado, por determinação da relatora da denúncia, a desembargadora Rosa Helena Macedo Guita,
Crivella é acusado de comandar um esquema de corrupção na prefeitura do Rio. O caso, conhecido como “QG da propina”, consiste em um movimento de liberação de pagamentos a credores em troca de propina. Ele está em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.
A redisposição do caso demanda uma agilidade maior para a Justiça decidir se passa para a frente a denúncia apresentada pelo Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro contra 15 integrantes do esquema, os transformando em réus. A deliberação na 1ª instância é de responsabilidade única do juíz.
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