O caso que levou o então prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, à prisão sai do 1º Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio para a primeira instância. Fora do cargo, o acusado deixa de ter foro privilegiado na segunda instância. Na próxima quarta-feira (6), os autos passam para a 1ª Vara Criminal Especializada de Combate ao Crime Organizado, por determinação da relatora da denúncia, a desembargadora Rosa Helena Macedo Guita,
Crivella é acusado de comandar um esquema de corrupção na prefeitura do Rio. O caso, conhecido como “QG da propina”, consiste em um movimento de liberação de pagamentos a credores em troca de propina. Ele está em prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica.
A redisposição do caso demanda uma agilidade maior para a Justiça decidir se passa para a frente a denúncia apresentada pelo Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro contra 15 integrantes do esquema, os transformando em réus. A deliberação na 1ª instância é de responsabilidade única do juíz.
Política Bahia pode ampliar uso de energia solar em escolas e hospitais após Indicação do deputado Robinson
Política Rui Costa confirma saída da Casa Civil para disputar Senado em 2026
Política Mendonça prorroga inquérito do caso Master por mais 60 dias
Política Lula aciona PF para investigar aumentos no diesel
Política PT aciona TSE contra Flávio e Carlos Bolsonaro por campanha antecipada
Política Bolsonaro segue na UTI com pneumonia e ainda não tem previsão de alta