O presidente Jair Bolsonaro disse que a Coronavac, vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac Biotech contra a Covid-19 e testada no Brasil pelo Instituto Butantan, não será comprada pelo governo federal, mesmo após uma eventual aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Bolsonaro alego ontem (21), em entrevista à rádio Jovem Pan, que existe um "descrédito muito grande" em relação ao imunizante e sugeriu que não aceitará ser vacinado contra a doença.
"A da China nós não compraremos, é decisão minha. Eu não acredito que ela transmita segurança suficiente para a população [inaudível]. Esse é o pensamento nosso. Tenho certeza que outras vacinas que estão em estudo poderão ser comprovadas cientificamente, não sei quando, pode durar anos", disse o presidente. "A China, lamentavelmente, já existe um descrédito muito grande por parte da população, até porque, como muitos dizem, esse vírus teria nascido por lá", acrescentou, sem apresentar provas do que estava dizendo.
Na quarta-feira, o presidente desautorizou o ministro Eduardo Pazuello e afirmou que o imunizante contra o novo coronavírus "não será comprado" pelo governo brasileiro. A decisão ocorreu menos de 24 horas após o Ministério da Saúde anunciar que tem a intenção de adquirir 46 milhões de doses da Coronavac, vacina candidata contra Covid-19 do laboratório chinês Sinovac Biotech testada no Brasil pelo Instituto Butantan.
Brasil Romário diz que penhora de 30% do salário compromete sua “sobrevivência“
Brasil Campanha de Multivacinação começa nesta segunda (3)
Brasil Apreensões de canetas emagrecedoras contrabandeadas mais que dobram em 2026, diz PF
Brasil Cenipa aponta falhas da Voepass e cultura de omissão como causas de acidente com 62 mortos
Brasil Caminhoneiros iniciam greve nacional nesta segunda-feira (13)
Brasil Estudo aponta que 63 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais abandonaram escola antes de concluir ensino básico