A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, agiu nos bastidores para impedir o aborto da menina de 10 anos, que engravidou após ser estuprada pelo tio, no Espírito Santo. A informação é da Folha.
A ministra coordenou uma operação que tinha como objetivo transferir a criança de São Mateus (ES), onde morava, para um hospital em Jacareí (SP), onde aguardaria a evolução da gestação e seria feito o parto, apesar do risco que isso represetava para a vida da criança.
Para que seu plano tivesse sucesso, Damares enviou a São Mateus representantes de sua pasta e aliados políticos que tentaram retardar a realização do aborto. Em uma série de reuniões, eles pressionaram os responsáveis por fazer o procedimento e chegaram a oferecer benfeitorias ao conselho tutelar local. A ministra chegou a participar de pelo menos um desses encontros por videochamada.
Ainda de acordo com a Folha, pessoas envolvidas no processo afirmaram ainda que os representantes do órgão foram responsáveis por vazar o nome da criança à ativista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, que o divulgou nas redes sociais.
Brasil Romário diz que penhora de 30% do salário compromete sua “sobrevivência“
Brasil Campanha de Multivacinação começa nesta segunda (3)
Brasil Apreensões de canetas emagrecedoras contrabandeadas mais que dobram em 2026, diz PF
Brasil Cenipa aponta falhas da Voepass e cultura de omissão como causas de acidente com 62 mortos
Brasil Caminhoneiros iniciam greve nacional nesta segunda-feira (13)
Brasil Estudo aponta que 63 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais abandonaram escola antes de concluir ensino básico