O ex-policial Derek Chauvin, responsável pela morte do segurança George Floyd, em Minneapolis, nos Estados Unidos, teve sua pena aumentada para homicídio de segundo grau (assassinato intencional não premeditado, quando o autor tem intenção de causar danos corporais à vítima). Decisão foi tomada pelo promotor-geral de Minnesota, Keith Ellison.
Floyd, homem negro, morreu após ser imobilizado por Chauvin com um joelho sobre seu pescoço por diversos minutos, no dia 25 de maio deste ano. Até ficar inconsciente, ele disse repetidas vezes que não conseguia respirar. A cena foi filmada e divulgada, o que provocou uma revolta coletiva e uma série de protestos pelos EUA e no exterior. Recentemente, manifestações chegaram a ser registradas no Brasil.
De acordo com o advogado da família de Floyd, Benjamin Crump, outros três policiais que participaram da ação foram detidos e respondem por ajuda e favorecimento a um homicídio em segundo grau. Thomas Lane, J. Kueng e Tou Thao haviam sido demitidos da corporação, mas ainda não tinham sido presos ou acusados.
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