Após a troca no ministério da saúde, a sensação foi de alívio no Palácio do Planalto. Porém, não durou muito tempo de acordo com interlocutores do governo. O presidente não esconde a "exaustão" neste momento de pandemia e panelaços.
Segundo a coluna Bastidores do Estado de São Paulo, um assessor do presidente disse que o momento é tenso porque o Palácio sofre pressão de setores diversos da economia para a "volta ao trabalho. O presidente segundo os interlocutores está firme e atendo a essa demanda e convicto de que não se pode separar o combate à pandemia da manutenção dos empregos.
Após os ataques em diferentes frentes, os auxiliares chegaram a comemorar até o fato do presidente ter deixado de lado o tom agressivo no pronunciamento desta quinta-feira (16).
O momento é de ver como será o "andar da carruagem" e como será a atuação do novo ministro da saúde. Os auxiliares revelaram que Nelson Teich contará com o apoio de outras pastas neste início de gestão.
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