O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) decretou, nesta terça-feira (25), a falência da operadora telefônica Oi. Em novembro do ano passado, a empresa também teve a falência decretada, mas com a continuação provisória das atividades. Nessa época, os bancos Bradesco e Itaú apresentaram um recurso solicitando a recuperação judicial, que foi aceito.
Era o segundo processo de recuperação da empresa, sendo o primeiro em 2016, após a fusão da Oi com o Brasil Telecom e em seguida com a Portugal Telecom, oito anos antes. Em 2024, ela deixou de oferecer o serviço de telefonia fixo e passou a atuar como entidade privada, que deveria ter sido continuado até 2028. O processo de demissão de trabalhadores já foi iniciado desde a semana passada, sob acordo sindical.
Os desembargadores da justiça do RJ atribuíram o atual decreto de falência ao atraso de pagamentos e o não-cumprimento do plano de recuperação. Esse último, as defesas do Bradesco e do Itaú associaram à administração da empresa.
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