O governo federal reduziu, nesta terça-feira (22), o congelamento nos gastos do orçamento de R$ 31,3 bilhões para R$ 10,7 bilhões — diferença de R$ 20,6 bilhões. Houve um aumento do bloqueio e uma reversão completa do contingenciamento anterior.
As informações constam no segundo Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias de 2025, documento elaborado pelo Executivo para acompanhar a trajetória do cumprimento da meta fiscal do ano. Este era para ser o terceiro relatório do ano, mas com o atraso na aprovação do orçamento e sanção da peça apenas em abril, a primeira publicação só ocorreu em maio.
A projeção das receitas primárias para 2025 teve alta de R$ 25,4 bilhões, chegando a R$ 2,924 trilhões. A estimativa das despesas teve alta de R$ 5 bilhões, totalizando R$ 2,420 trilhões. O governo conseguiu uma melhora nas projeções de receitas, principalmente, com a arrecadação vinda de exploração de recursos naturais. A previsão de arrecadação com essa modalidade subiu R$ 18 bilhões.
Houve também um aumento nas projeções de despesas com o BPC (Benefício de Prestação Continuada). De acordo com o documento, o congelamento agora é composto por um bloqueio de R$ 10,7 bilhões. No primeiro relatório de 2025, o governo tinha anunciado um congelamento de R$ 31,3 bilhões no orçamento. O bloqueio foi de R$ 10,6 bilhões, já o contingenciamento foi na ordem de R$ 20,7 bilhões.
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