O governo brasileiro não responderá à ameaça do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, contra o bloco dos Brics.
O americano afirmou em rede social que aplicará tarifa de 100% sobre os países do bloco comercial caso substituam o dólar em suas transações comerciais.
A chamada desdolarização é uma das propostas do grupo de países emergentes.
A presidente do banco dos Brics, Dilma Rousseff, já classificou a utilização do dólar como uma “arma” dos Estados Unidos.
O governo brasileiro classificou, em reservado, a afirmação de Trump como mais uma provocação do presidente eleito.
A expectativa é de que, ao assumir a Casa Branca, Trump substitua o discurso de candidato pelo de presidente, diminuindo confrontos em redes sociais.
Além disso, integrantes da diplomacia brasileira lembram que a proposta ainda está em discussão, sem uma decisão tomada. Por isso, afirmam, a ameaça de Trump não faz sentido.
O governo brasileiro lembra que Trump já ameaçou com tarifas mais altas a China, o México, o Canadá e, agora, o Brics.
E que os arroubos declaratórios do presidente eleito precisarão ser administrados pelos potenciais mundiais ao longo dos próximos quatro anos.
Ou seja, separando o que se trata de marketing político e o que pode ser uma ameaça de risco real.
Desde janeiro deste ano, o grupo Brics tem dez membros plenos.
Além de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, se uniram ao bloco como membros permanentes Irã, Arábia Saudita, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos.
Por CNN Brasil
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