O destino sobre o mandato do deputado Chiquinho Brasão (sem partido-RJ), suspeito de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), está sendo analisado nesta manhã (28), no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Federal.
A relatora do caso, deputada Jack Rocha (PT-ES) recomendou, em seu parecer final apresentado no colegiado, a cassação do mandato do colega de Parlamento. Em dos trechos do documento, a parlamentar alega que a conduta de Brasão “fere a imagem da Casa”.
“Faz-se impositiva a perda de mandato para impedir que o representado faça obstruções à Justiça. Destaco a influência da família Brazão no Rio de Janeiro e a quebra do decoro parlamentar do deputado”, diz um trecho do relatório que está sendo lido pela petista.
O parlamentar também participa da sessão, por meio de videoconferência, o qual fez questão de endossar a sua “inocência”.
“Marielle era minha amiga, não tenho nada a ver com este caso. Eu sempre defendi o debate, acima de tudo. Sempre debati em bom nome com vereadores da esquerda”, justificou.
Política Mendonça prorroga inquérito do caso Master por mais 60 dias
Política Lula aciona PF para investigar aumentos no diesel
Política PT aciona TSE contra Flávio e Carlos Bolsonaro por campanha antecipada
Política Bolsonaro segue na UTI com pneumonia e ainda não tem previsão de alta
Política Deputado Robinson culpa Trump e Bolsonaro por alta nos combustíveis ao lembrar da privatização da RLAM no governo passado
Política Saiba quais são as pré-candidaturas já colocadas para Governo e Senado na Bahia