Kaliandra foi acordada às duas da madrugada. Seu Ruy sequer atende o telefone fixo e, no celular, só aceita chamadas de conhecidos. Tânia e Ana Paula fogem de ligações interurbanas. Todos eles têm uma história para contar quando o assunto é ligação indesejada, às vezes abusiva, de telemarketing.
Até maio deste ano, quatro reclamações, por dia, contra esse tipo de chamada foram registradas na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Com mais de mil reclamações registradas em 2018 e quase 650 nos cinco primeiros meses de 2019, a Bahia é o sétimo estado mais queixoso no ranking nacional. Então, sabe aquela ligação suspeita no seu celular? Você não está sozinho.
O número de reclamações de janeiro a maio deste ano - quase 14 mil - já superou a média do mesmo período do ano passado, quando foi registrado um pico nas reclamações na Bahia e no Brasil.
As chamadas inconvenientes não têm horário nem dia para acontecer. Também ocorre de não existir ninguém do outro lado da linha ou, depois da negativa do ouvinte em aceitar o serviço, a insistência continuar.
O DDD paulista nunca foi tão odiado. É de lá que saem a maioria das ligações, embora não haja estatística oficial. Difícil para a analista de conteúdo Brenda Matos é diferenciar quando atende ou não à ligação. Depois de se mudar de Salvador para São Paulo, ela não pode usar o DDD como balizador. O risco é confundir um amigo com um robô.
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