O Ministério da Defesa negou, nesta segunda-feira (12), que teria solicitado permissão de “acesso diferenciado” em tempo real aos dados enviados para totalização dos votos pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TRE), numa espécie de apuração paralela, como foi publicado pelo jornal Folha de S. Paulo. No mesmo dia, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou qualquer acordo com o Ministério da Defesa.
Em nota, as Forças Armadas defendem que a atuação dos militares ocorre em conformidade com resolução do Tribunal Superior Eleitoral. A pasta afirma, ainda, que tem operado como uma das “entidades fiscalizadoras, legitimadas a participar das etapas do processo de fiscalização do sistema eletrônico de votação”.
“Cabe ressaltar que o Ministério da Defesa e as Forças Armadas não demandam exclusividade e tampouco protagonismo em nenhuma etapa ou procedimento da fiscalização do sistema eletrônico de votação e permanecerão pautando a sua atuação pela estrita observância da legalidade, pela realização de um trabalho técnico e pela colaboração com o TSE”, enfatizam os militares em nota.
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