O desinteresse do eleitor brasileiro pelo voto cresceu. Segundo levantamento feito pelo Instituto Votorantim, divulgado pelo jornal Estado de S. Paulo, o índice da chamada "alienação eleitoral" saltou sete pontos porcentuais nas eleições presidenciais e passou de 18% para 25%.
O Sudeste é a região que teve o maior crescimento da taxa. Enquanto todas as outras são caracterizadas ou por estabilização da curva de abstenção passiva (Sul e Centro-Oeste) ou por tendência de queda (Norte e Nordeste), o Sudeste enfrenta aumento lento, mas consistente. A taxa de eleitores que não foram às urnas na região passou de 17,2% para 21,6% no período.
No Brasil, o voto é obrigatório e o comparecimento às urnas – em torno de 75% –, apesar do aumento da alienação eleitoral, ainda é considerado alto na comparação com países latino-americanos. No Chile, a taxa foi de 50% em 2018. Costa Rica e México atingiram 65%.
Política Rui Costa confirma saída da Casa Civil para disputar Senado em 2026
Política Mendonça prorroga inquérito do caso Master por mais 60 dias
Política Lula aciona PF para investigar aumentos no diesel
Política PT aciona TSE contra Flávio e Carlos Bolsonaro por campanha antecipada
Política Bolsonaro segue na UTI com pneumonia e ainda não tem previsão de alta
Política Deputado Robinson culpa Trump e Bolsonaro por alta nos combustíveis ao lembrar da privatização da RLAM no governo passado