Segundo informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, em novembro de 2021 a representação do Brasil na organização tentou alegar que os recursos que o petista poderia apresentar à Justiça brasileira ainda não tinha sido esgotados. Argumentaram ainda que Lula já estava solto e que parte das sentenças contra ele estavam anuladas.
Ainda de acordo com a coluna, na petição apresentada à ONU a representação brasileira defendeu que “uma regra fundamental do direito internacional estipula que a um Estado deve ser concedida a oportunidade de resolver internamente as alegadas violações de direitos humanos ocorridas em seu território antes de qualquer autoridade internacional tenha jurisdição sobre a matéria”. Para o governo, “uma vez que a sentença de condenação foi anulada pelo Supremo Tribunal, já não há quaisquer limitações aos direitos políticos do autor”.
Apesar da investida da representação brasileira, o comitê da ONU concluiu que o ex-presidente foi julgado de forma parcial por Sergio Moro (UB), no âmbito da operação Lava Jato. Segundo a organização, Lula teve seus direitos políticos violados ao ser impedido de concorrer às eleições presidenciais de 2018.
A vitória de Lula em instância internacional pode ajudar na campanha do ex-presidente, reforçando a narrativa de que ele sofreu perseguição política.
Política Lula acusa Flávio Bolsonaro de “trair a pátria” após reunião com Trump nos EUA
Política Alba aprova abono do Fundef para mais de 85 mil servidores da Educação na Bahia
Política PF rejeita proposta de delação de Daniel Vorcaro no caso Banco Master
Política Após repercussão, deputada baiana Roberta Roma retira apoio à proposta que adia fim da escala 6x1
Política Flávio Bolsonaro admite que visitou Vorcaro em casa após prisão do banqueiro
Política Equipe de pré-campanha de Flávio Bolsonaro prepara ofensiva contra PT da Bahia