Após o escândalo do suposto gabinete paralelo operado por pastores junto ao Ministério da Educação (MEC), o comitê da campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) defende a saída do ministro Milton Ribeiro para frear o desgaste eleitoral.
De acordo com informações do blog de Andréia Sadi, no G1, líderes evangélicos, assessores do centrão e até militares pretendem pressionar para que Ribeiro deixe o MEC. Apesar do presidente ter dito, nesta quinta-feira (24), que “coloca a cara no fogo” pelo ministro, todas as alas do governo e apoiadores do presidente no Congresso vê como “insustentável” a situação.
Segundo Sadi, eles avaliam uma crise “sem freio” que poderá desgastar a base. Segundo interlocutores do presidente, o caso derruba a narrativa de que no governo não há corrupção e “mancha” a imagem do segmento religioso”. Diante do cenário, o grupo defende que Milton Ribeiro faça o “gesto” de pedir para sair e se defenda fora do cargo.
Líderes religiosos cogitam até recorrer ao ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, padrinho de Ribeiro, para interceder no caso e convencer o ministro a deixar o governo. Conforme apurado pelo blog, uma das alegações para a saída “honrosa” poderia ser uma candidatura, que não estava prevista, mas pode vir a calhar.
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