Salvador não é mais o foco principal dos casos de influenza na Bahia. Depois de a capital concentrar mais de 70% dos casos baianos da infecção, a doença já começa a aparecer em outros municípios do estado. Ao todo, são 1.458 casos de H3N2 na Bahia, segundo a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Destes, 259 precisaram de internamento e 35 pessoas morreram.
Em Cruz das Almas, no Recôncavo, por exemplo, os atendimentos de pessoas com síndrome gripal passaram de 15 para uma média de 80 a 100 por dia, no último mês - um aumento de 566%. Já em Itacaré, no Sul, há entre 200 e 250 casos suspeitos diários.
Apesar da mudança na concentração dos casos, os números ainda estão crescendo em Salvador. Apenas no último final de semana, houve um aumento de 28,6% no número de casos de influenza na capital baiana, totalizando 993, até esta segunda-feira (3). A cidade de Feira de Santana, no Centro-Norte da Bahia, é a segunda cidade com maior número de casos confirmados, depois de Salvador, com 66 contaminados, segundo a Sesab.
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