Na tentativa de barrar a instalação da CPI da Coelba, a cúpula da presidência da Coelba tem recorrido a nomes com influência no governo Rui Costa, dentre os quais o senador Otto Alencar (PSD) e o deputado Rosemberg Pinto (PT), líder da maioria na Assembleia Legislativa.
Assim como o líder da oposição, Sandro Régis (DEM), Rosemberg não assinou o requerimento que propõe a CPI —o documento obteve o apoio de 39 signatários.
Segundo o Metro1 apurou, apesar de se manifestar a favor da comissão, o petista articulou uma reunião que seria realizada entre um grupo de parlamentares e dirigentes da concessionária. O encontro, que ocorreria na última quarta-feira, acabou sendo cancelado após o deputado Tum (PSC) tornar público que a conversa seria "a portas fechadas". A companhia, por sua vez, nega exercer pressão para esvaziar a CPI.
Autor do pedido da investigação parlamentar para apurar possíveis omissões da empresa, Tum vem sofrendo forte pressão para que decida recuar, segundo interlocutores. Apesar das investidas, o deputado pretende levar o caso adiante obedecendo ao rito legal do processo, sob suporte jurídico da Procuradoria-Geral do Legislativo. Em uma última hipotese, uma vez que quer evitar a judicialização, ele não decartaria entrar com um mandado de segurança.
De acordo com fontes próximas, Tum vê no argumento de que o documento pode ser "inconstitucional" uma espécie de recado para acostumar a opinião pública diante de um eventual parecer contrário à CPI. A expectativa é que a procuradoria se manifeste sobre o pedido nesta semana.
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