O presidente nacional do DEM, ACM Neto, afirmou que um dos objetivos da fusão com o PSL é lançar candidatura à presidência da República, mas ressaltou que, apesar disso, os diretórios municipais e regionais do novo partido ficarão livres para apoiar outros candidatos.
“A gente acha que nasce com musculatura suficiente para isso. (…) Não significa que a gente pretenda estabelecer qualquer tipo de constrangimento para as lideranças e figuras do partido que eventualmente em seus estados tenham uma situação distinta da nacional”, disse em entrevista ao Estadão, publicada nesta segunda-feira (27).
Atualmente, o DEM não integra a base aliada, mas tem dois ministros no governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Onyx Lorenzoni e Tereza Cristina, e maioria das bancadas na Câmara e no Senado alinhada ao Palácio do Planalto.
Ainda segundo o ex-prefeito de Salvador, até o próximo dia 19 de outubro, o novo partido, que será presidido pelo atual dirigente do PSL, Luciano Bivar, e terá Neto como secretário-executivo, deverá concretizar a união e realizar a sua primeira convenção partidária.
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