A CPI da Covid ouve nesta terça-feira (24) o empresário Emanuel Catori, diretor-presidente da Belcher Farmacêutica. A empresa se dizia representante do laboratório chinês CanSino, fabricante da vacina Convidecia, durante negociações com o governo brasileiro.
Na última segunda-feira (23), assim como outros depoentes que compareceram à CPI, Catori obteve no Supremo Tribunal Federal o direito de não responder a perguntas que possam incriminá-lo.
O empresário foi convocado em mais um desdobramento da frente de investigação sobre a atuação de empresas intermediárias nas tratativas com o Ministério da Saúde, uma das principais linhas de apuração da CPI.
Para os senadores, há semelhanças entre a atuação da Belcher e a da Precisa Medicamentos, que representou um laboratório indiano na venda da vacina Covaxin e é investigada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público sob suspeita de irregularidades.
A CPI também busca apurar se a Belcher tem relação com empresários bolsonaristas e com o líder do governo de Jair Bolsonaro na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR). A empresa é sediada em Maringá, reduto político do parlamentar.
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