O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negou que a Pfizer tenha ficado sem respostas em algum contato feito com o Ministério da Saúde. A declaração foi dada nesta quarta-feira (19), após o relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), questionar o ex-ministro sobre as declarações dadas pelo gerente-geral da farmacêutica Carlos Murillo.
Em depoimento na CPI da Covid no Senado, no dia 3 de maio, Carlos Murillo relatou que a Pfizer fez ao governo brasileiro ao menos cinco ofertas de doses de vacinas contra o coronavírus em 2020. As propostas, no entanto, não foram fechadas.
“Proposta de 26 de agosto tinha validade de 15 dias. Passados 15 dias, governo não rejeitou e nem aceitou a oferta”, contou.
Já Pazuello, negou as alegações de Murillo e disse que o Ministério da Saúde “nunca fechou as portas”.
“Foram respondidas dezenas de vezes. […] As respostas foram dadas inúmeras vezes na negociação. Nós nunca fechamos as portas. Queremos comprar as vacinas da Pfizer o tempo todo”, afirmou o ministro.
Em seguida, Pazuello, visivelmente chateado com a insistência da pergunta feita por Calheiros, acusou o relator de “desviar a conversa” para produzir respostas. A acusação causou um breve tumulto na comissão parlamentar, com o presidente Omar Aziz (PSD-AM) dizendo ao ex-ministro que ele não tinha o direito de tecer esses comentários ao relator.
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