Um grupo de youtubers bolsonaristas passou a faturar mais de R$ 100 mil por mês após obter acesso a informações privilegiadas do Palácio do Planalto. Segundo documentos do inquérito da Polícia Federal que apura os protestos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso, os youtubers associados ao chamado "gabinete do ódio" tinham ligações próximas com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom). A informação é do Estadão.
Segundo as investigações, o assessor especial da Presidência da República Tércio Arnaud Tomaz é apontado no inquérito dos atos antidemocráticos como elo entre o governo e os youtubers. Em depoimento à Polícia Federal, ele afirmou que repassa vídeos do presidente e participa de um grupo de WhatsApp com os blogueiros para “discutir questões do governo”.
Já o Coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, ajudante de ordens, leva e traz recados do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, dono do canal Terça Livre. Allan atua como uma espécie de representante das demandas dos demais canais.
No período dos protestos antidemocráticos, vídeos com títulos apelativos pipocaram nas redes sociais. Ao mesmo tempo, um levantamento do Estadão identificou que o número de inscritos de onze canais sob investigação aumentou 27% no total, de 6,7 milhões para 8,5 milhões, entre 1º de março e 30 de junho.
Um dos canais, o "Foco do Brasil", contou com a ajuda de um funcionário da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para obter, como se fosse uma emissora de televisão, as imagens de Bolsonaro e de eventos oficiais gerados pelo satélite Amazonas 3. Procurada pela reportagem, a EBC informou que o Satélite Amazonas 3 é um canal de serviço disponível de forma aberta aos veículos de imprensa, mas não deu acesso à lista de canais do Youtube que utilizam o satélite.Um grupo de youtubers bolsonaristas passou a faturar mais de R$ 100 mil por mês após obter acesso a informações privilegiadas do Palácio do Planalto. Segundo documentos do inquérito da Polícia Federal que apura os protestos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Congresso, os youtubers associados ao chamado "gabinete do ódio" tinham ligações próximas com a Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom). A informação é do Estadão.
Segundo as investigações, o assessor especial da Presidência da República Tércio Arnaud Tomaz é apontado no inquérito dos atos antidemocráticos como elo entre o governo e os youtubers. Em depoimento à Polícia Federal, ele afirmou que repassa vídeos do presidente e participa de um grupo de WhatsApp com os blogueiros para “discutir questões do governo”.
Já o Coronel Mauro Cesar Barbosa Cid, ajudante de ordens, leva e traz recados do blogueiro bolsonarista Allan dos Santos, dono do canal Terça Livre. Allan atua como uma espécie de representante das demandas dos demais canais.
No período dos protestos antidemocráticos, vídeos com títulos apelativos pipocaram nas redes sociais. Ao mesmo tempo, um levantamento do Estadão identificou que o número de inscritos de onze canais sob investigação aumentou 27% no total, de 6,7 milhões para 8,5 milhões, entre 1º de março e 30 de junho.
Um dos canais, o "Foco do Brasil", contou com a ajuda de um funcionário da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) para obter, como se fosse uma emissora de televisão, as imagens de Bolsonaro e de eventos oficiais gerados pelo satélite Amazonas 3. Procurada pela reportagem, a EBC informou que o Satélite Amazonas 3 é um canal de serviço disponível de forma aberta aos veículos de imprensa, mas não deu acesso à lista de canais do Youtube que utilizam o satélite.
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