Apesar dos conflitos entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), governadores do país já começaram a receber sinais de que os planos em relação ao Programa Nacional de Imunizações estão mantidos.
De acordo com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o Ministério da Saúde informou reservadamente que pretende incorporar todas as vacinas que forem registradas na Anvisa.
Parlamentares, porém, dizem desconfiar de que talvez não seja possível concretizar a ideia e avaliam que o governo comprará apenas aquela que ficar pronta antes.
Mesmo com a resistência de Bolsonaro, a conversa que circula nos bastidores é que, caso a Coronavac seja aprovada primeiro, tem chances de ser comprada logo devido a pressão social.
Porém, se ficar pronta depois, o fato de ser mais cara do que a concorrente de Oxford tenderia a deixá-la de fora dos planos de aquisição do governo federal. Além do preço, entra nesse cálculo a dificuldade logística.
Os chineses já disseram que a Coronavac será uma vacina de duas doses. Já Oxford ainda não definiu se atingirá eficácia com apenas uma aplicação. Ambas ainda estão em fase de testes, sem prazo para finalização.
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