O promotor do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Hugo Cassiano, informou em coletiva sobre a Operação Hidra, deflagrada hoje (14), que a organização criminosa acusada de sonegar impostos por 10 anos, tinha 17 empresas laranjas para realizar os crimes financeiros.
“O trabalho iniciou com a secretaria da Fazenda na detecção de condutas que tinham feições de sonegação, a partir do momento em que os auditores fiscais perceberam o movimento de constituição de empresas em nome de laranjas com débitos altos, em seguida eram consideradas inaptas e deixavam de atuar no mercado”, explicou.
O promotor explicou que a conduta reiterada do grupo com sucessivos débitos deixados para trás, batizou a operação com o título ‘Hidra’, em alusão a um dragão na mitologia grega, que tinha diversas cabeças e toda vez que eram cortadas, outras nasciam.
“No atacado de carnes e pescados, temos uma relação dessas empresas tanto as ativas como inativas, no entanto, no decorrer das investigações foram detectados novos projetos, que embora não tenham débitos, são chamados de “negócios de gaveta”, ficam aguardando o momento para serem usadas na prática fraudulenta”, disse Cassiano.
Bahia TCM determina suspensão de contratos do São João de Irecê e questiona gastos de R$ 10,2 milhões
Bahia Rodovias baianas devem receber 600 mil veículos no feriado de Corpus Christi
BA A cada 29 segundos, uma mulher recebe medida protetiva no Brasil; Bahia é a 4ª no ranking
BA Gás de cozinha fica mais caro na Bahia após reajuste
BA Governo do estado anuncia apoio a festas juninas em 283 cidades baianas
BA Cidade baiana cancela São João 2026 após aumento de casos de dengue