O governo federal enviou, nesta quinta-feira (3), a reforma administrativa ao Congresso. O texto sugere uma série de mudanças nas regras do funcionalismo público. No entanto, elas se referem apenas a novos funcionários, sem impacto naqueles que já estão em serviço. Além disso, servidores do Legislativo e do Judiciário não serão impactados, restringindo as regras à estrutura do Executivo.
Segundo informações do G1, um dos destaques é o fim da aposentadoria compulsória como forma de punição. Algumas categorias ainda punem seus servidores dessa forma, o que faz com que eles deixem de trabalhar, mas mantenham o salário.
A proposta de reforma também propõe a proibição de promoções ou progressões na carreira exclusivamente por tempo de serviço; a proibição de mais de 30 dias de férias por ano; e a proibição de parcelas indenizatórias sem a caracterização de despesas diretamente decorrentes do desempenho da atividade.
A tramitação agora cabe às Casas Legislativas. Tanto a Câmara quanto o Senado precisarão de 2/3 dos votos dos parlamentares nos seus dois turnos de votação para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC).
Política PL lança Rogério Marinho à disputa pela presidência do Senado
Política PSOL trava saída de grupo de Boulos e exige negociação para o PT
Política Senado vota PEC da Segurança nesta semana; proposta envolve redução da maioridade penal
Política Após derrota, Flávio Bolsonaro fala em disputar Presidência novamente antes de 2030
Política Funcionário da Casa Branca organizou jato usado por Flávio Bolsonaro em fuga, diz NYT
Eleições 2026 Flávio Bolsonaro deixa o Brasil com esposa e filhas e deve pedir asilo político nos EUA