O governo do Rio de Janeiro passará a ser comandado pelo vice, Claudio Castro, após o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decretar nesta sexta-feira (28) o afastamento imediato do governador Wilson Witzel (PSC) do cargo.
A decisão ocorreu no âmbito das investigações das operações Favorito e Placebo, ambas decretadas em maio deste ano para investigar corrupção na saúde, em meio a pandemia do novo coronavírus, que provoca a Covid-19.
Segundo informações do portal G1, STJ também expediu mandados de prisão contra o Pastor Everaldo, presidente do PSC, e Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico.
Havia ainda mandados de busca e apreensão contra a primeira-dama, Helena Witzel, e no Palácio Guanabara, que é sede do governo.
O governador afastado teria revelado a aliados, recentemente, que temia ser afastado pela corte. Ele é por corrupção na saúde, envolvendo compra de respiradores para tratar pacientes com Covide-19, além de supostas irregularidades em construções e administrações de sete hospitais de campanha.
Witzel também foi citado pelo ex-secretário de Saúde do RJ, Edmar Santos, em delação premiada, que prometeu apresentar provas contra o gestor.
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