Todo ano, entre os meses de julho e novembro, as baleias jubartes viajam cerca de 2 meses da Antártida até o Brasil, para acasalar nas águas calmas e quentes do litoral baiano.
Segundo estimativa do Projeto Baleia Jubarte, a população da espécie que vem para o país, esse ano, deve passar dos 20 mil. Destas, cerca de 70% devem escolher o arquipélago de Abrolhos, no sul baiano, o principal berçário das jubartes no Atlântico Sul, para reproduzir.
"Em Abrolhos, há recifes de corais, então mesmo que o mar 'cresça', a água é mais calma, sem muitos predadores. Aqui elas encontram água mais quente. No útero da mãe, os filhotes estão a 37ºC, 38ºC, se fosse nascer na Antártida, nasceria na água 4ºC, 2ºC. Aqui nasce numa água a 25ºC, 26ºC, mesmo estando no inverno, e eles [filhotes] não precisam estar com uma capa de gordura tão grande", explica o veterinário Milton Marcondes, coordenador de Pesquisas do Projeto Baleia Jubarte ao G1.
Com a pandemia do novo coronavírus, há menos gente e embarcações no mar, mas os pesquisadores ainda não sabem se isso pode trazer uma mudança no comportamento das jubartes na temporada.
As baleias jubartes podem chegar a até 16 metros de cumprimento e a pesar 35 toneladas.
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