Celebrado como um dia que marca a resistência histórica do povo do Recôncavo na luta pela independência brasileira, esta sexta-feira (25) foi diferente em Cachoeira. O ato que homenageia a participação da cidade nos confrontos com os portugueses, com a transferência temporária da sede do poder Executivo estadual de Salvador para o local, não foi realizado este ano.
O rito era realizado há 13 anos, por força de uma lei estadual sancionada pelo então governador Jaques Wagner (PT). A interrupção, explicou, a administração do estado, se deu por conta da situação sanitária em que o país se encontra.
"A transferência da sede do governo do estado para Cachoeira está estabelecida em lei que segue em vigor. Este ano, o ato oficial não foi realizado em função da pandemia [da Covid-19]", justificou o governo através de nota.
Questionada pela ausência do governador Rui Costa (PT) nos atos dos últimos anos, a gestão argumentou que "todos os anos o governo do estado envia representantes para participar da solenidade comemorativa".
Já a tradicional missa do Te Deum, que também integra as atividades programadas para a data, foi realizada em um formato diferente: em uma transmissão virtual. O desfile cívico, a saída do fogo simbólico e a realização de atos públicos na cidade em alusão ao dia também não aconteceram.
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