O adiamento das eleições foi defendido pelo senador e ex-governador Jaques Wagner (PT/BA) em debate sobre o tema promovido pelo senado na noite da quarta-feira (17). Para o parlamentar petista, não se trata de uma questão ideológica, mas de uma pandemia em que o país ainda está aprendendo a conviver.
“Ainda estamos trabalhando com base na imprevisibilidade e não deve haver açodamento na decisão”, pregou Wagner, em sua conta pessoal no twitter. Na postagem, ele considera que com mais 40 dias haverá segurança no pleito. O prazo é próximo da data de 15 de novembro, a mais sugerida por lideranças do Congresso Nacional.
A prorrogação ao não da votação na sucessão municipal (marcada para 4 de outubro, no primeiro turno) foi debatida na terça-feira entre os presidentes do TSE, ministro Luís Barroso, da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), e do Congresso, senador Davi Alcolumbre (DEM/AP). O senador Weverton Rocha (PDT/MA) foi designado relator e deve apresentar a Proposta de Emenda à Constituição na próxima semana.
O senador petista propôs outros temas no debate, visando evitar aglomerações. Jaques Wagner sugeriu ampliar o período para o eleitor comparecer às urnas – atualemnte entre 8hs da manhã e 17hs – ou promover dois dias de votação, nas grandes cidades. “Neste momento o que peço é o bom senso de todos e todas. Estamos dando uma resposta à altura e, portanto, não devemos arriscar essa credibilidade”, argumentou.
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