O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, se manifestou sobre a Operação Placebo, que realizou busca e apreensão em doze endereços, incluindo sua residência oficial, a casa onde morava antes de ser eleito e o escritório em que atua sua esposa, Helena Witzel.
Em nota enviada à imprensa, na manhã de hoje (26), o chefe do Executivo fluminense negou participação em irregularidades e disse estranhar o fato "absolutamente claro" de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a ele. Para Witzel, os fatos demonstram que houve vazamento. "A interferência anunciada pelo presidente da República está devidamente oficializada", diz o governador.
Integrantes do Palácio do Planalto relataram ao blog de Andréia Sadi, no G1, que a operação já era esperada. Governistas lembraram que “o que mais incomodava” o presidente Jair Bolsonaro na gestão Sergio Moro, ex-ministro da Justiça, era a "falta de foco" nos supostos desvios no Rio. A ação foi deflagrada semanas após a saída de Moro e a substituição do comando da Polícia Federal.
Aliados do presidente reconheceram que o governo pode ser acusado de montar uma polícia particular de Estado, e que Bolsonaro é “atacado por todos”, mas avaliam que, se há desvios do governo fluminense, é preciso investigar.
Política Lula acusa Flávio Bolsonaro de pedir intervenção dos EUA no Pix
Política EUA propõem tarifa extra de 12,5% ao Brasil e outros 59 países após investigação sobre trabalho forçado
Política Lula acusa Flávio Bolsonaro de “trair a pátria” após reunião com Trump nos EUA
Política Alba aprova abono do Fundef para mais de 85 mil servidores da Educação na Bahia
Política PF rejeita proposta de delação de Daniel Vorcaro no caso Banco Master
Política Após repercussão, deputada baiana Roberta Roma retira apoio à proposta que adia fim da escala 6x1