O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, se manifestou sobre a Operação Placebo, que realizou busca e apreensão em doze endereços, incluindo sua residência oficial, a casa onde morava antes de ser eleito e o escritório em que atua sua esposa, Helena Witzel.
Em nota enviada à imprensa, na manhã de hoje (26), o chefe do Executivo fluminense negou participação em irregularidades e disse estranhar o fato "absolutamente claro" de que deputados bolsonaristas tenham anunciado em redes sociais nos últimos dias uma operação da Polícia Federal direcionada a ele. Para Witzel, os fatos demonstram que houve vazamento. "A interferência anunciada pelo presidente da República está devidamente oficializada", diz o governador.
Integrantes do Palácio do Planalto relataram ao blog de Andréia Sadi, no G1, que a operação já era esperada. Governistas lembraram que “o que mais incomodava” o presidente Jair Bolsonaro na gestão Sergio Moro, ex-ministro da Justiça, era a "falta de foco" nos supostos desvios no Rio. A ação foi deflagrada semanas após a saída de Moro e a substituição do comando da Polícia Federal.
Aliados do presidente reconheceram que o governo pode ser acusado de montar uma polícia particular de Estado, e que Bolsonaro é “atacado por todos”, mas avaliam que, se há desvios do governo fluminense, é preciso investigar.
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