Seis dos sete Estados com mais casos de covid-19 confirmados no País também estão com os hospitais privados lotados. Segundo levantamento do Estadão, Amazonas, Pará, Maranhão, Pernambuco, Ceará e Rio de Janeiro tem taxa de ocupação no limite em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Entre os Estados mais afetados pela doença, só os hospitais particulares de São Paulo ainda têm vagas.
O colapso na ocupação dos hospitais particulares ocorre no momento em que o Conselho Nacional de Saúde, órgão ligado ao Ministério da Saúde, recomenda a requisição de leitos privados. Com a medida, os órgãos públicos podem usar os equipamentos de forma compulsória, em casos extremos. O mecanismo está previsto na Constituição e na lei de calamidade pública editada por causa da pandemia.
Por estarem insatisfeitos com os valores oferecidos pela diária de UTI pelo Ministério da Saúde, de cerca de R$ 1.600, hospitais particulares tentam uma saída negociada com prefeituras e secretarias estaduais para disponibilizar leitos. Fora dos Estados onde já há colapso, os estabelecimentos privados enfrentam ociosidade após a suspensão, pelos planos de saúde, de procedimentos que podem ser adiados, como exames, consultas e cirurgias eletivas. Com a situação, há o risco real de fechamento destas unidades.
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