Treze empregadores do estado da Bahia integram a nova edição da Lista Suja do Trabalho Escravo, divulgada pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Economia. Confira aqui a lista completa.
Os empregadores baianos que estão na relação são, na maioria dos casos, fazendas de criação de boi e cultivo de milho, cacau ou café.
As empresas estão localizadas nas mais variadas regiões, como Uruçuca, Cardeal da Silva, Vitória da Conquista, Serrinha, Una, Presidente Jânio Quadros, São José do Jacuípe, Camaçari, Riachão das Neves e Ilhéus.
Os empregadores incluídos na lista suja são impedidos de contratar financiamento em bancos estatais e de realizar vendas para a União, os estados e os municípios.
A “Lista Suja” existe desde 2013. Quatro elementos podem definir escravidão contemporânea, de acordo com o artigo 149 do Código Penal: trabalho forçado, servidão por dívida, condições degradantes ou jornada exaustiva.
Em 2019, 21 trabalhadores foram resgatados de situações análogas às de escravo na Bahia.
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