O governador Rui Costa (PT) rebateu neste sábado (15) declaração feita pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de que o miliciano Adriano Nóbrega foi morto pela PM da Bahia, “do PT”. Em uma resposta dura, o petista afirmou que trabalha para prevalecer a lei, mesmo que “marginais mantenham laços de amizade com a Presidência”.
A fala de Bolsonaro ocorreu durante uma entrevista mais cedo, no Rio de Janeiro, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Na ocasião, o presidente também afirmou que o ex-capitão do Bope era um “herói” na época em que foi homenageado pelo senador Flavio Bolsonaro (sem partido). O ex-capitão do Bope ligado a Flávio morreu no último domingo (9), em Esplanada (170 km de Salvador), em um confronto com forças de segurança do estado.
“O Governo do Estado da Bahia não mantém laços de amizade nem presta homenagens a bandidos nem procurados pela Justiça. A Bahia luta contra e não vai tolerar nunca milícias nem bandidagem”, escreveu Rui, no Twitter, no início da noite.
“Na Bahia, trabalhamos duro para prevalecer a Lei e o Estado de Direito. Na Bahia, a determinação é cumprir ordem judicial e prender os criminosos com vida. Mas se estes atiram contra Pais e Mães de família que representam a sociedade, os mesmos têm o direito de salvar suas próprias vidas, mesmo que os MARGINAIS mantenham laços de amizade com a Presidência”, acrescentou o governador na publicação.
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