Um projeto em tramitação no Senado proíbe a venda de bebidas alcoólicas para consumo imediato em postos de combustíveis. A proposta parte da realidade de mortos e mutilados no trânsito em todo o país.
“Em 2017, as baixas superaram 47 mil mortes, sem contar os 400 mil mutilados. Uma verdadeira carnificina. Na Síria, país devastado por um severo conflito armado, morreram, no mesmo período, os mesmos 47 mil, segundo dados do Observatório Sírio de Direitos Humanos”, justificou o senador Fabiano Contarato (Rede-ES), autor do projeto.
A proibição inclui ainda qualquer estabelecimento que fique nas dependências do posto de combustível, até mesmo lojas de conveniência. Os proprietários que infringerem a norma poderão ser multados em dez salários mínimos, com possibilidade de esse valor dobrar em caso de reincidência.
De acordo com o senador, a proposta não causará prejuízos financeiros aos postos de combustíveis, já que a principal atividade do estabelecimento não será afetada. “A principal atividade empresarial a ser desenvolvida por um posto de combustíveis é o abastecimento de veículos, seguido de diversos outros serviços veiculares, como troca de óleo e pneus. Logo, proibir a venda de bebidas alcoólicas tem um baixíssimo impacto no faturamento de um posto de combustíveis e um altíssimo efeito positivo na proteção da vida e da saúde humana”, diz o parlamentar no projeto.
Política Nikolas Ferreira nega candidatura ao governo de Minas e mira reeleição
Política Moraes pede relatório detalhado sobre rotina de Bolsonaro na Papuda
Política Castro e Nunes parabenizam Nikolas Ferreira pela ‘Caminhada pela Liberdade’
Política Rui Costa afasta tese de troca com Jerônimo e reafirma foco no Senado
Política Atlas/Intel: Lula lidera em todos os cenários de 1º e de 2º turno para presidente
Política Deputado Zé Neto dialoga com o embaixador do Brasil na Suíça sobre infraestrutura e desenvolvimento no Fórum Econômico de Davos