O governo federal terá de, já no começo do ano, buscar formas de compensar despesas acima do previsto no Orçamento, pois o teto de gastos no limite, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo. O Ministério da Economia deverá cortar até R$ 6 bilhões de ministérios.
Ainda segundo o jornal, a inflação acima do esperado pressiona ainda mais as estimativas de despesas. Esse cenário impacta aposentadorias e benefícios sociais, atrelados ao salário mínimo ou indexados a índices de preços. Líderes do Congresso querem ainda estender para 2020 o 13ª ao Bolsa Família.
O teto de gastos —que impede o aumento de despesas acima da inflação— já foi alvo de pressão do núcleo político do governo, inclusive do presidente Jair Bolsonaro.
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